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ANÁLISE: A PRIMEIRA LIGA DAS NAÇÕES FICARÁ MARCADA

ANÁLISE: A PRIMEIRA LIGA DAS NAÇÕES FICARÁ MARCADA

Mensagempor Maria Coelho em 10 jun 2019, 09:55

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ANÁLISE: A PRIMEIRA LIGA DAS NAÇÕES FICARÁ MARCADA COM AS LETRAS DE PORTUGAL

Golo de Gonçalo Guedes aos 60 minutos permitiu à seleção portuguesa conquistar a primeira edição da Liga das Nações, no Porto

Filme do Jogo
Portugal tornou-se ontem o primeiro vencedor de sempre da Liga das Nações de futebol, após bater a Holanda, por 1-0, com um golo de Gonçalo Guedes, numa final em que foi claramente superior ao seu adversário.

No Estádio do Dragão, no Porto, Guedes apareceu no lugar de João Félix e a aposta do selecionador Fernando Santos deu frutos quando, aos 60 minutos, o avançado fez o seu primeiro golo em jogos oficiais pela 'equipa das quinas' (já tinha três, mas em particulares).

Desta vez, e ao contrário do que tinha acontecido nas 'meias' com a Suíça, Portugal foi quase sempre superior ao seu adversário e acaba por ser um justo vencedor da final, acabando o golo de Guedes por ser curto, tal o domínio luso.

15 anos após a 'trágica' final do Euro2004, a seleção nacional consegue pela primeira vez conquistar um título junto do seu público e vai passar a ter dois troféus seniores no seu 'museu', em que até agora estava 'apenas' a taça do Euro2016.

Depois dos triunfos no Euro2004 (2-1), Mundial2006 (1-0) e Euro2012 (2-1), Portugal voltou a manter-se vitorioso em jogos a 'doer' com os holandeses, em fases finais.

Primeira parte sem golos, mas com ascendente de Portugal
Além da entrada de Guedes, Fernando Santos operou mais duas alterações, com Danilo a render Rúben Neves no meio e José Fonte, como era esperado, a aparecer no lugar do lesionado Pepe.

Mas as mudanças não ficaram por aí. Santos desfez o losango do meio campo, que tinha usado frente à Suíça, e deu mais liberdade a jogadores como Bernardo Silva e Bruno Fernandes, que acabaram por ser determinantes na boa exibição portuguesa.

Por seu lado, com menos um dia de descanso e mais 30 minutos nas 'pernas' (jogou prolongamento com Inglaterra), a Holanda optou por um futebol de contenção, com muita posse de bola (acabou primeira parte com 59%), muita dela consentida e sem arriscar na frente.

As duas equipas entraram na partida algo ansiosas, com muitas faltas à mistura, mas, com o passar do tempo, Portugal foi assentando o seu jogo e começou a chegar com alguma facilidade à baliza do guarda-redes Cilessen.

O guardião teve que intervir a remates de Bruno Fernandes e José Fonte, e, já perto da meia hora, teve mesmo que se esticar para impedir o golo do médio do Sporting.

Ainda antes do intervalo Fernandes, que fez a sua melhor exibição com a camisola das 'quinas', ficou perto da vantagem, com novo remate forte de fora da área, que passou bem perto da baliza holandesa.

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Golo e conquista de Portugal chegou no segundo tempo
No regresso dos balneários, Portugal apareceu ainda mais veloz e com outra intensidade, enquanto a Holanda continuou na expectativa, e com justiça a seleção lusa chegou ao golo, aos 60 minutos, por Gonçalo Guedes.



O avançado do Valência apareceu soltou à entrada da área, após combinação com Bernardo Silva, e lançou uma 'bomba', com Cillessen ainda a tocar na bola, mas a não conseguir desviar das redes.

Em vantagem, Portugal acabou por baixar demasiado as suas linhas, perante o 'desespero' de Fernando Santos no banco, que bem gritou para a sua equipa não recuar demasiado, e a Holanda ficou duas vezes perto do golo.

Nesta altura entrou em ação Rui Patrício, que manteve a sua baliza intocável, no dia em se tornou no guarda-redes mais internacional de sempre por Portugal.

Primeiro, o guardião do Wolverhampton parou com sucesso um cabeceamento de Depay e, já mais perto do fim, fez grande defesa após um lance a meias entre Rúben Dias e van de Beek, com a bola a ficar muito perto de entrar.

Além de Patrício, Rúben Dias também esteve praticamente intransponível na defesa portuguesa e acabou por ser considerado o melhor jogador em campo.

Até final, Portugal foi mantendo a posse de bola, perante uma Holanda em 'desespero', com os centrais van Dijk e de Ligt a terminarem o jogo como verdadeiros pontas de lança, sem sucesso.

O conjunto das ‘quinas’ arrebatou assim o segundo título internacional da sua história, depois do campeonato da Europa de 2016, então numa final com a anfitriã França (1-0, após prolongamento), graças a um golo de Éder.

In SapoDesporto
Maria Coelho
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