
Tiago Monteiro (WTTC), Rui Águas (Taça GT Macau), e Nuno Caetano, André Pires e Tiago Magalhães (Grande Prémio de Motos) são os nomes portugueses confirmados hoje pela organização.
Cinco pilotos portugueses participam no 61.º Grande Prémio de Macau, a disputar no Circuito da Guia entre 13 e 16 de novembro por 211 concorrentes de 36 países e territórios, anunciou hoje a organização.
O GP de Macau de 2014 vai contar com três corridas principais - Fórmula 3, WTCC e motociclismo – e quatro provas de suporte. Tiago Monteiro (WTTC), Rui Águas (Taça GT Macau), e Nuno Caetano, André Pires e Tiago Magalhães (Grande Prémio de Motos) são os nomes portugueses confirmados hoje pela organização.
No Grande Prémio de Macau de Fórmula 3, a organização destaca, entre outros, os dois primeiros do campeonato, o francês Esteban Ocon, que se estreou em Macau no ano passado, e o holandês Max Verstappen, com apenas 17 anos, que se tornou recentemente o mais jovem piloto a comandar um Formula 1 numa sessão oficial.
Na prova dos carros de turismo da FIA (WTTC), são referidos nomes como o de Sébastien Loeb, nove vezes campeão do mundo de ralis, e do chinês Ma Qing Hua, que em junho venceu a sua corrida de estreia.
Se até lá não se definir o campeão, Macau pode ser palco da discussão do título. Para já, o argentino José Maria Lopez lidera o campeonato e só pode ser alcançado pelos franceses Yvan Muller e Loeb. Tiago Monteiro, quarto, já está afastado.
Na prova de motociclismo estão confirmados os nomes de Stuart Easton, tricampeão de 2008 a 2010, de Ian Hutchinson, vencedor do ano passado, de Michael Rutter, oito vezes campeão de Macau, e de Michael Dunlop, filho do campeão do Grande Prémio de Motos de Macau em 1989 (Robert Dunlop) e sobrinho do falecido Joey Dunlop.
"Todas as corridas podem ser consideradas de nível internacional", disse o coordenador do 61º Grande Prémio de Macau, João Costa Antunes, ao destacar a elevada qualidade dos pilotos inscritos.
A edição deste ano conta ainda com uma prova denominada Taça da Corrida chinesa, que vai juntar pilotos de Macau, Hong Kong, China e Taiwan no circuito da Guia, um traçado citadino de 6,1 quilómetros, na sua maior parte ladeado por muros e rails de proteção.
"Temos as grelhas completas, o que significa que temos muito mais pilotos que querem vir a Macau competir nas várias corridas internacionais que organizamos. Isso demonstra a grande atração [do circuito de Macau]", afirmou Costa Antunes.
O coordenador do GP salientou que os trabalhos de repavimentação da pista foram concluídos no verão e que o circuito de Macau foi "novamente distinguido pela FIA (Federação Internacional do Automóvel) pela sua proficiência em termos de capacidades de assistência médica e salvamento em pista com elevados padrões internacionais".
"Todos os anos tentamos melhorar as condições de segurança. E estamos a treinar cada vez mais os nossos oficiais de pista (...) para que a direção da prova seja a mais segura", acrescentou Costa Antunes.
O coordenador do GP Macau destacou ainda o impacto do evento desportivo para o turismo da cidade: "O Grande Prémio não se esgota no fim de semana em que decorre. Continua-se a falar dele durante o ano inteiro. E não é a primeira vez que os turistas que entrevistamos dizem ter ouvido falar de Macau por causa do Grande Prémio".
In Sapo Desporto