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Caso Fatima Habib resolvido e a jovem muçulmana

Caso Fatima Habib resolvido e a jovem muçulmana

Mensagempor admin em 17 nov 2019, 23:32

https://static.globalnoticias.pt/oj/image.aspx?brand=OJ&type=generate&guid=9fec68f1-736d-4bda-8987-067d24a63625&w=735&h=490&t=20191117214653

Caso Fatima Habib resolvido e a jovem muçulmana entrou em campo


Habib recebeu um hijab para desporto e mangas de compressão antes do jogo.

A Federação Portuguesa de Basquetebol resolveu o problema que se havia gerado com Fatima Habib.

A muçulmana de 13 anos do CB Tavira, que fora impedida de jogar por usar um equipamento anti-regulamentar, recebeu um hijab para desporto e mangas de compressão antes do jogo que a equipa que representa fez em Ferragudo, para o regional de sub-16 femininos.

Recorde aqui todo o caso:

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Re: Caso Fatima Habib resolvido e a jovem muçulmana

Mensagempor admin em 18 nov 2019, 01:09

https://www.abola.pt//img/fotos/ABOLA2015/FOTOSLUSA/2019/fatimahabibtavira.jpg

FÁTIMA HABIB RECEBE EQUIPAMENTO E JÁ PODE JOGAR DE ACORDO COM REGRAS DA FPB

Fátima Habib, de 13 anos, é basquetebolista, joga no Clube de Basquetebol de Tavira, recentemente tornou-se tópico de discussão nas redes sociais, depois de ter sido impedida de jogar numa partida com o Imortal de Albufeira, visto que segundo os árbitros a sua indumentária não estava de acordo com as regras da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB).



O que motivou esta decisão? Foram as mangas da camisola que estavam por baixo do equipamento e que iam contra os regulamentos designados pela FPB.



Fátima, de origem paquistanesa, é muçulmana e portanto à imagem do que já acontece com outras atletas nas mais diversas modalidades segue os preceitos religiosos referentes à sua crença.



Este domingo, a FPB já arranjou novo equipamento ajustado à basquetebolista, a jovem atleta jogou frente à Associação Cultural e Desportiva de Ferragudo num encontro do campeonato regional feminino de sub-16, porém ainda sem o novo equipamento.



Com o cabelo, pernas e braços tapados por uma licra, Fátima pôde atuar novamente, mas não ajudou a impedir a derrota do Clube de Basquetebol de Tavira.



O Diretor de Competições da Federação Portuguesa de Basquetebol, José Pinto Alberto, presenteou a atleta com os acessórios necessários para que a basquetebolista possa jogar dentro das regras e normas da Federação.



José Pinto Alberto diz ainda que: «A Federação Portuguesa de Basquetebol não faz qualquer discriminação, segue as regras da Federação Internacional de Basquetebol, que são inclusivas e permitem a prática da modalidade por crentes de várias religiões», finalizou.

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Jovem atleta muçulmana de Tavira já tem equipamento

Mensagempor pedrogentil em 19 nov 2019, 17:16

https://cdn3.cmjornal.pt/images/2019-11/img_298x169$2019_11_17_22_25_46_902850.jpg

Jovem atleta muçulmana de Tavira já tem equipamento para jogar basquetebol

A jovem atleta do Clube de Basquetebol de Tavira, impedida de alinhar num jogo no passado domingo, já possui o equipamento que lhe permite jogar segundo as regras da modalidade e da religião muçulmana.

Fátima Habib apresentou-se na tarde deste domingo, na Nave de Ferragudo, em Lagoa, com o equipamento completo, não tendo existido qualquer impedimento para que jogasse pelo Clube de Basquetebol de Tavira frente à Associação Cultural e Desportiva de Ferragudo, numa partida do campeonato regional feminino de sub-16. A atleta de 13 anos, de origem paquistanesa, apresentou-se com o cabelo, as pernas e os braços cobertos por uma licra, que ficam à mostra com o equipamento normal com que alinham as suas colegas, algo que vai contra a sua religião.


Presente na Nave de Ferragudo esteve o director de competições da Federação Portuguesa de Basquetebol, que presenteou a atleta com “os acessórios necessários” para que lhe seja possível jogar, segundo as regras, que “são do conhecimento de todos desde 2017”. José Pinto Alberto reafirmou aos jornalistas que a Federação não faz qualquer discriminação, seguindo as regras da Federação Internacional de Basquetebol, que “são inclusivas”, permitindo a prática da modalidade por crentes de várias religiões.


Aos jornalistas, a jovem afirmou estar “feliz com este desfecho” e por poder “voltar a jogar com as suas colegas”, como faz há já três anos. Fátima acabou por alinhar, não com o equipamento que lhe foi oferecido, mas com o que tinha já vestido e com o qual realizou o aquecimento, sendo considerado legal.

Uma dirigente do CB Tavira revelou à agência Lusa que o caso tomou uma dimensão desproporcional e que a única preocupação do clube foi “que a Fátima jogasse e que fosse feliz”, daí o cuidado para que ela vestisse o equipamento regulamentar.

Silvia Rufino afirmou que não tinham conseguido encontrar o lenço regulamentar, apesar de terem “procurado em Espanha” e posteriormente “encomendado online”, mas não chegou “a tempo” do jogo da semana passada, no entanto, foi o que exibiu “na partida de hoje [domingo]”.

Nesta partida, que o clube de Tavira perdeu por 139-12, esteve presente o pai da atleta que à Lusa se revelou igualmente feliz por este episódio “ter terminado”, até porque os outros seus filhos, rapazes, também são praticantes da modalidade.

Habib-ur-Rehman afirmou que sempre sentiu o apoio quer do clube, quer da Federação, que estiverem “sempre em contacto” consigo e reafirma que se sente bem acolhido em Portugal, país para onde emigrou há anos, tendo depois conseguido reunir toda a família em Tavira.

A atleta de 13 anos de idade tornou-se mediática depois de não ter podido jogar numa partida com Imortal de Albufeira, no passado domingo, considerando os árbitros da partida que não estava a cumprir as regras da Federação Portuguesa de Basquetebol. Em causa, a largura das mangas da camisola que vestia por baixo do equipamento do clube por questões religiosas, mas que iriam contra os regulamentos da Federação, o que foi encarado pelos alguns membros do clube como discriminação religiosa.



Fonte: Público
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