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Como nos bons velhos tempos

Como nos bons velhos tempos

Mensagempor admin em 01 nov 2019, 23:35

https://images.impresa.pt/zerozero/2019-11-01-Jogo-01.00_00_02_07.Still004.jpg/original/mw-1280

RECEÇÃO DOS ENCARNADOS AOS VILACONDENSES



É impossível não centrar as atenções do banco de suplentes. O duelo entre SL Benfica e Rio Ave tem a deliciosa particularidade de colocar frente a frente o mestre e o antigo aprendiz, ou, melhor dizendo, Carlos Carvalhal e Bruno Lage, dois técnicos que partilharam a mesma realidade durante várias épocas. Agora, o destino preparou uma pequena surpresa e ambos vão defrontar-se no futebol português, depois de longos anos fora do conforto de casa. Momentos distintos Do lado caseiro, uma sequência de seis jogos a conhecer somente o sabor da vitória; do outro, uma de três encontros sem vitórias (dois empates e uma derrota). Os momentos de forma são diferentes, mas nem por isso o Rio Ave se tem deixado abater, pelo que, no duelo contra o Moreirense (1x1), a vitória poderia ter aparecido com naturalidade no segundo tempo. Os vilacondenses desde o início da temporada que apresentam um futebol essencialmente focado no ataque. O processo é demorado e as dinâmicas não estão totalmente identificadas, mas há um dedo visível da equipa técnica liderada por Carvalhal. As duas vitórias frente ao Sporting (Liga e Taça da Liga) mostraram bem a força de um conjunto habituado aos lugares cimeiros da tabela. Os encarnados, por sua vez, mostraram um nível mais apetecível no embate diante do Portimonense (4x0), ao contrário das exibições menos conseguidas nas partidas anteriores. Autênticos predadores Mehdi Taremi (não é certa a utilização do iraniano no onze titular, embora seja algo bastante provável) e Carlos Vinícius assumem um papel de destaque. Porquê? Porque são os melhores marcadores das respetivas equipas e, para além disso, marcam golos com uma eficácia tremenda (veja o caso de Taremi). Para seguir com atenção.

A diferença passa por...BENFICA Vinigol
Bisou na última partida e tem ganho espaço nas opções iniciais de Bruno Lage. Carlos Vinícius continua em processo de adaptação, mas já mostrou que não precisa de muito para faturar. RDT e Seferovic, de momento, estão abaixo na hierarquia.

RIO AVE Força das alas
Nuno Santos e Carlos Mané dispensam apresentações e são um perigo à solta nesta formação de Carlos Carvalhal. Deambulam muito de posição, aparecem em zonas interiores com frequência, são bons tecnicamente e desequilibram com facilidade.

Texto retirado do zerozero.pt
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